quarta-feira, 27 de abril de 2011

Conheça a ARPA (Alternativa Reciclagem de Paulo Afonso) - Um Lugar Acolhedor Multidimensionalmente!

E dizem que o mundo não tem geito. Ah se as pessoas se unissem para o que é realmente bom e necessário a uma vida digna, feliz e natural a todas as espécies vivas.

Carlos  Piffero.

Repassando...
terça-feira, 29 de setembro de 2009

Postado por ARPA - Alternativa Reciclagem de Paulo Afonso (75) 3281 7395 às 14:30 4 comentários  COMPRE VERDURAS ORGÂNICAS NA ARPA E RECEBA EM SUA CASA SEM CUSTOS DE ENTREGA
Quer comprar verduras orgânicas e socioambientalmente seguras? Tem na ARPA. Envie um e-mail consultando quais as verduras e legumes do período ou da semana e faça o seu pedido: heliene61@hotmail.com ou arpareciclagem@gmail.com.
Se desejar, a entrega pode ser feita em sua casa, sem acrescentar estes custos. Entretanto a entrega será feita de forma programada, no início ou final do dia estabelecido. Consulte-nos.
Coloque em sua mesa alimentos saudáveis, será bom para você, sua família e para o planeta!
Postado por ARPA - Alternativa Reciclagem de Paulo Afonso (75) 3281 7395 às 10:28 0 comentários  quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Interação Social e Desenvolvimento de Equipe na ARPA
Fortalecendo a interação social e o desenvolvimento de equipe a ARPA sempre realiza atividades motivacionais. A última com bastante alegria e comemorações aconteceu dia 20 de setembro de 2009. Na oportunidade associados e associadas aproveitaram para lembrar momentos interessantes e divertidos, intensificar os laços de amizade e respeito.
A Direção da ARPA considera estes momentos especiais e de muito crescimento da Associação, "precisamos comemorar nossos avanços, nossas conquistas, para que possamos redobrar as forcas para vencer os desafios", afirmou Heliene Salvador de Assis, feliz da vida!!!!
Postado por ARPA - Alternativa Reciclagem de Paulo Afonso (75) 3281 7395 às 05:45 0 comentários 
Recepção, Triagem e Comercialização de Resíduos Sólidos, Hortaliças e Adubo Orgânico

Recepção, Triagem e Comercialização de Resíduos Sólidos, Hortaliças e Adubo Orgânico

O trabalho da ARPA, antes de 2006, estava voltado apenas para recepção, triagem, comercialização de resíduos sólidos e ações pontuais de educação ambiental. A partir de incentivos e orientações técnicas da AGENDHA (Assessoria e Gestão em Estudos da Natureza, Desenvolvimento Humano e Agroecologia), além de manter as atividades já mencionadas, passou a trabalhar com agroecologia em sua área destinada a cultivos de base orgânica.
Atualmente comercializa hortaliças cultivadas e cuidadas agroecologicamente, assim como o adubo orgânico.
Esta experiência é hoje referência nacional, mas principalmente municipal e regional, recebendo pelo menos 3 vezes por semana, visitas de Prefeituras, Escolas e Instituições interessadas em Programas e Iniciativas Socioambientais.
Postado por ARPA - Alternativa Reciclagem de Paulo Afonso (75) 3281 7395 às 06:36 0 comentários  quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Deseja conhecer a ARPA? AGENDE UMA VISITA
 A ARPA tem o prazer de receber visitas de Universidades, Escolas Municipais e Estaduais, Prefeituras, Organizações da Sociedade Civil e Empresas. Mas precisa aliar as diversas atividades de produção e comercialização das pessoas associadas às crescentes demandas externas de visitas.
Neste sentido e para acolher cada vez melhor todos os Organismos Públicos, Educativos e Organizações Sociais e Empresariais, a partir deste mês de setembro, as visitas deverão ser agendadas com antecedência de no mínimo 15 dias. Ligue ou passe um e-mail consultando a Direção sobre uma melhor data para incluí-la no planejamento mensal de atividades.
Com este planejamento a ARPA se preparará ainda mais para receber as visitas como elas merecem e as atividades internas serão cada vez mais prazerosas e produtivas.
Agende sua vista. Receberemos com muito prazer!
Postado por ARPA - Alternativa Reciclagem de Paulo Afonso (75) 3281 7395 às 10:17 1 comentários 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ser traficante é sinal de inteligência? Talvez

Por Gilberto Dimenstein


O Colégio Objetivo procurou, no ano passado, superdotados entre alunos da sétima série de 51 escolas da rede municipal da cidade de São Paulo. Os escolhidos ganhariam mensalidade gratuita, aulas no curso pré-vestibular, bolsa em dinheiro e ajuda extra para desenvolver suas aptidões. Depois de meses de seleção entre uma gigantesca fila de pretendentes, sobraram 11 vitoriosos.


Como em qualquer agrupamento humano existe uma porcentagem de indivíduos com aptidões acima da média (assim como de deprimidos e ansiosos), se aquela seleção fosse estendida para todas as sétimas séries da rede municipal, na qual existem cerca de 500 escolas, teria revelado, no mínimo, 50 superdotados. Estimulados para transformar seu potencial em alguma habilidade, a probabilidade é que se desenvolvessem acadêmica e profissionalmente. É óbvio.


Não é óbvio, porém, qual seria o resultado se, em vez de apoiados para avançar nos estudos, os integrantes desse grupo permanecessem em escolas de baixa qualidade, não conseguissem emprego e vivessem em comunidades miseráveis.

Provavelmente, muitos deles usariam sua inteligência e espírito empreendedor para liderar gangues, seqüestrar, assaltar ou traficar drogas. Fala-se muito que a criminalidade é conseqüência de uma série de combinações sociais, culturais e econômicas. Mas quase nunca se fala que ela também é o resultado perverso da inteligência.


Nunca vi nenhum teste de inteligência aplicado entre líderes de gangues, mas o que sempre me chamou a atenção, observando crianças e adolescentes envolvidos no crime, é uma visível esperteza e rapidez de raciocínio, apuradas na seleção “natural” da rua.


O chefe de gangue tem noções de táticas e estratégias que fariam dele um executivo de empresa, empresário ou governante. Trabalha-se muito, sob intenso estresse, com os mais variados riscos, o que exige foco, disciplina e habilidade de gestão de equipes.


Não estamos apenas desperdiçando talentos de possíveis futuros músicos, médicos, engenheiros, empresários, mas transformando-os em inimigos da sociedade, gente que nada constrói, só destrói. Ou seja, o custo social é dobrado.


Na semana passada, assistimos à mais contundente investigação já realizada sobre a violência que atinge crianças e adolescentes no Brasil, com a divulgação, no “Fantástico”, das gravações feitas pelo rapper MV Bill e o produtor Celso Athayde sobre o tráfico de drogas. É o marco mais importante na cobertura jornalística sobre a delinqüência juvenil.


O envolvimento dos adolescentes no tráfico de drogas e seu extermínio ressaltam a mais grave armadilha social brasileira: os milhões de jovens sem perspectiva. É o preço mais alto de toda a nossa história de exclusão, de deficiência escolar e de baixo crescimento econômico. Segundo estatísticas oficiais, 27% dos jovens entre 15 e 24 anos não trabalham nem estudam em apenas oito regiões metropolitanas. Isso significa 1,7 milhão de desesperançados. Justamente nesse contexto alguns dos mais empreendedores e mais inteligentes serão recrutados pelas quadrilhas.


Na semana passada, foram divulgados estudos do Ministério da Educação e do IBGE dando pistas sobre alguns dos ingredientes que produzem essa desesperança. Apenas 11% das crianças estão em creche, os alunos de escolas pública têm aulas mais curtas e estudam em salas superlotadas. Em 2004, 15 em cada 100 alunos do ensino médio abandonaram a escola; isso representa 1,4 milhão de cidadãos condenados à baixa escolaridade.


Se em um ínfimo grupo de 51 escolas públicas encontramos 11 superdotados, quantos haveria num universo de 1,7 milhão de jovens que não trabalham nem estudam? Sempre vale repetir um magnífico ditado: se você acha que educação custa caro, tente calcular o preço da ignorância.


Um desses custos apareceu nos vídeos de MV Bill e Celso Athayde – dos 16 meninos acompanhados nessa investigação, 15 morreram e o outro está preso. Ou em cenas que não foram divulgadas, como a de uma menina de nove anos fazendo sexo oral num traficante para ganhar em troca cocaína.


P.S. : Estou cada vez mais convencido de que o problema da violência é mescla da pobreza com a destruição de laços afetivos das crianças e dos jovens; essa destruição é o que os remete para o mundo da invisibilidade. Daí que o desajuste familiar é uma das bases da violência. Não iremos muito longe sem educar as famílias, oferecer atenção desde o momento em que a criança nasce (por isso é tão prejudicial o número baixo de matriculados na creche), transformar a escola em centro comunitário e garantir meios de expressão através das mais diversas formas. O próprio MV Bill é um exemplo: ele sabe que, não fosse a música, poderia ter sido mais um daqueles meninos assassinados que filmou. Nunca se produziu no país um plano consistente para evitar a delinqüência juvenil. Quantos filmes e livros terão de ser lançados para que se monte um plano articulado em todos os níveis para enfrentar nossa guerra civil? Lamento informar, mas só crescimento econômico, geração de empregos e mais repressão não resolverão, nem remotamente, essa guerra.

Gilberto Dimenstein, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha de S.Paulo e comentarista da rádio CBN, é fundador da Associação Cidade Escola Aprendiz (gdimen@uol.com.br)

Agradecimento pelo envio da mensagem:
Milton Ferreira <milton_el@hotmail.com

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Grito na Selva de Pedras.

Salvemos o Planeta!
     
    
Todos já sabem, junto somos mais forte. É nesse intuito que coloco a discutida questão: porque não revertemos o panorama mundial de exclusão social, dos crimes de colarinho branco, das ações que prejudicam o meio-ambiente, e consequentemente a todos nós, a toda a vida. Digo muito isso, há ainda muita ignorância. Há a inda pouco interesse pele estudo, pelo conhecimento do mundo, do seu funcionamento biológico, das pessoas. É necessário gritar! FAÇAMOS CADA UM SUA PARTE! Vamos separar o lixo orgânico do inorgânico, vamos pedir leis que proporcionem o encaminhamento adequado desses recursos valorosos. Vamos cobrar fiscalização das coisas importantes. Vamos ser ativistas na nossa rua, na nossa casa. Vamos ser ativistas na web. Vamos mudar e lutar por mudanças naqueles que nos cercam. Fundamental é o respeito, lazer, saúde e paz. O trabalho apenas serve para a realização dessas necessidades, e não para nos escravizar. Não se escravize, lute por uma sociedade justa e ambientalmente equilibrada.

    Por
    Câmara, C. P.